Aprender um novo idioma pode ser divertido!

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Quem acompanha aqui o Blog, sabe que a Maitê só começou a ir pra escola com dois anos e meio (e já saiu, mas isso é assunto pra outro post rs) e eu ficava tentando arrumar atividades alternativas para que ela tivesse contato com outras crianças, pois sempre acreditei que isso é fundamental para um bom desenvolvimento em todos os sentidos.

Foi assim, procurando atividades destinadas a crianças pequenas que descobri o curso de musicalização para bebês, lembram?


No mês passado, fui convidada pela Equipe da Agência Master Mídia para participar de um piquenique organizado pela Learning Fun, escola de inglês para crianças, para conhecer a metodologia e participar de uma aula experimental com a Maitê (2 anos e 10 meses).

O lugar escolhido para o piquenique foi o Museu do Açude no Alto da Boa Vista, um lugar lindo, com muito espaço para a criançada e uma mesa para lanche deliciosa (foto 1).

A Maitê era a menorzinha do grupo e achei que aquela aula experimental não ia dar certo rs. As crianças maiores queriam correr e brincar na área verde e, quando eu me dei conta, a equipe da Learning Fun já tinha montado uma roda, reunido todas as crianças e elas estavam quietinhas, super interessadas no que a teacher estava falando (foto 2).

Curtindo o espaço antes da aula

Atividades diferenciadas por faixa etária.

Nas aulas de música da Maitê, ela ouve e canta músicas em outros idiomas, então, não fiquei tão surpresa por ela ter prestado tanta atenção mesmo ouvindo orientações em outro idioma, mas percebi que esse foi um ponto destacado por outras mães. Os bebês e as crianças prestam muita atenção nas nossas expressões faciais, corporais, no tom de voz e não somente no que a gente propriamente diz.

Ali, pude observar que a metodologia adotada nesta escola respeita o tempo de brincar da criança. Isso pra mim é fundamental!

Tive o privilégio de conhecer de perto a Teresa Catta-Preta, criadora do método Learning Fun, é exatamente o tipo de pessoa que admiro, que consegue criar um negócio rentável e fazer o bem ao próximo ao mesmo tempo. Explicou a metodologia, tirou todas as dúvidas das mamães que lá estavam com argumentos científicos, apresentou os materiais didáticos escolhidos, sempre pensando na segurança e no interesse dos pequenos (foto 3). 

Teresa Catta-Preta

Enquanto a criançada estava ali em segurança, brincando e aprendendo, pude aproveitar esse tempinho pra conhecer um pouco mais as mamães e blogueiras, Paula Santana, redatora do Blog Crônicas de Mamita) e a Chris Ferreira, radotora do Blog Inventando com a Mamãe (foto 4). 

Depois da aula, a minha Maitê rs, pediu pra tirar uma foto com a "teacher" Maitê. Ainda há alguma dúvida de que ela AMOU a aula?


E, depois de quase 1 mês da aula, dei para a Maitê uma gatinha de brinquedo. Perguntei pra ela qual seria o nome da gatinha, e sem pensar duas vezes ela respondeu: "Pink!". Fiquei surpresa e perguntei o porquê do nome, e ela disse: "Ela é rosa, mamãe!".

É isso aí, ela aprendeu mesmo e aprendeu brincando!

Uma pena que não tem uma unidade perto da minha casa, sinceramente acho que a franquia desta escola pode ser uma ótima oportunidade de montar o próprio negócio, principalmente para profissionais que já atuam na área educacional.

Bjus e até o próximo post!

** Este post não é um publieditorial **

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Mamãe na Direção

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É engraçado como a gente vai tendo contato com outras mães e vai percebendo quantas coisas temos em comum, não é?

Imagem Thinkstock

Eu tirei carteira em 2008, nesta época eu estava com 27 anos, adorando a ideia de ter o meu carro e dirigir, mas no meio do curso, fui transferida para a matriz da empresa em que eu trabalhava e pelo custo x benefício, trajeto Rio x Niterói rs, achei melhor ir trabalhar de barca e o sonho do carro ficou de lado e a minha carteira linda sem pontos guardada.

Agora, morando no interior de Niterói e com uma filha de dois anos e meio indo para a escola, passando vários apertos com chuva,  atrasos (e às vezes até falta) de táxis na região, decidi que era hora de comprar um carro.

Porém, depois da decisão tomada, o duro foi acalmar o meu coração pra recomeçar as aulas práticas sabendo que eu carregaria a minha vidinha no banco de trás. Sim, depois de quase 6 anos sem dirigir e sem experiência de trânsito, apesar de ter carteira, comprei mais 10 aulas práticas.

Depois de definido o modelo do carro, tentei encontrar uma auto escola que tivesse o mesmo modelo ou semelhante para treinar. O modelo que eu queria não estava disponível pra início imediato e então, decidi iniciar às aulas em outro modelo da mesma marca (pra não perder a coragem rs) e depois passar para o outro modelo.

O primeiro instrutor era legal, me deu dicas importantes mas o que eu mais precisava, que era a segurança pra dirigir, eu não consegui com ele. A cada erro meu eu ouvia um "CUIDADO! Não é assim, você tem que fazer isso e aquilo, blábláblá!"

Enfim, ao final de 3 aulas, tinha a sensação que teria que fazer mais 300!

Nesta auto escola, cada instrutor trabalha em um modelo de carro, então, chegando a hora de trocar para o carro que eu realmente queria, mudou também o instrutor.

Fui confiante que tudo ia dar certo, pensamento positivo, para conhecer o novo instrutor e dirigir um carro igualzinho ao meu pela primeira vez, mas... outra novela... Desta vez o instrutor queria ser o meu psicólogo e não deu certo! rs

A cada erro meu, o cara mandava eu parar o carro, respirar fundo, que eu tinha que trabalhar internamente a minha insegurança e eu, que normalmente sou uma pessoa calma, queria do fundo do meu coração mandá-lo calar a boca!

No dia seguinte, pensei 500x se iria ou não fazer a aula até que o telefone tocou e era a auto escola, cancelando a aula por um defeito no carro e me oferecendo um outro modelo e outro instrutor ou aguardar até 10 dias para reiniciar às aulas. 

Nesta altura eu já estava querendo cancelar o curso, mas achei que pior do que estava não podia ficar e aceitei trocar de carro e instrutor.

Terceiro carro, terceiro instrutor, um cara novinho, quinta aula, confesso que pensei: "Isso não vai dar certo! Vou ver outra auto escola."

Começamos a aula, o cara mudo do meu lado por 5 minutos, fiquei com medo rs. Puxei conversa: "E aí, estou indo bem?". Ele sorriu e disse que sim, que eu era calma e que isso já era um ótimo começo! Que queria primeiro ver como eu dirigia.

Depois de uma curva, ele iniciou a conversa dizendo que eu fui muito bem na curva, que eu tive controle do carro, que fiquei todo o tempo dentro da minha pista, mas que se eu quisesse fazer a curva com o carro mais "preso", que um pouco antes da curva eu poderia passar a segunda marcha e que isso era recomendado para curvas mais fechadas também, porque na segunda marcha o carro ganha menos velocidade que na terceira, ou seja, antes de me corrigir, me encorajou, mostrou um ponto positivo... foi o meu primeiro elogio em 5 aulas e como isso foi importante pra mim porque me ajudou no que eu mais precisava, obter confiança em mim mesma pra continuar com um feedback positivo de um profissional.

Seguimos as aulas num clima muito mais tranquilo, no dia seguinte, fui feliz fazer as aulas, sim, aulaS, marquei para fazer 2 horas seguidas e foi ótimo, conseguimos ir mais longe, peguei estrada e 0 susto, tudo tranquilo!

Saí da 7.ª aula com a certeza que estaria apta pra dirigir o meu carro até a última aula. Este instrutor programou as últimas três aulas para irmos aos lugares que eu iria dirigir com mais frequência e essa iniciativa foi super válida, fizemos o trajeto da escola da Maitê e ele logo percebeu que para mim, que estava iniciando, seria melhor entrar uma rua antes da escola, que tem lugar pra estacionar o carro com facilidade e depois voltar pela rua da escola, de frente, sem ter que fazer manobras. Essa rua da escola tem um sinal na principal, que ajuda a voltar para a outra pista que é mão dupla, na direção contrária, sem ter que depender da boa vontade dos demais motoristas dos dois lados da pista.

Depois fomos até a academia, mercado, shopping sempre pensando no melhor trajeto, simulando a minha rotina e até fiz uma ladeira bem ingrime de ré! ADOREI!

Ele me aconselhou também fazer uma aula no meu carro, já que treinei apenas uma vez em um do mesmo modelo, ele foi na minha casa, me ajudou a tirar o meu carro pela primeira vez da garagem, deu dicas para depois eu estacionar facilmente lá e me recomendou dirigir alguns dias sem a minha filha no carro, pra eu pegar confiança.

Todas essas dicas foram muito importantes pra mim, claro que a primeira vez, principalmente, e a primeira semana com a minha filha no carro, pro meu emocional foi bem difícil, uma preocupação grande, mas uma grande superação também. Depois veio o prazer em dirigir e a sensação de liberdade, de poder ir aonde quer com muito mais conforto e tranquilidade.

Estou com o meu carro há 2 meses sem nenhum arranhão e poucos sustos rs, vou na minha, na maioria das vezes ainda pela direita porque prefiro andar com menor velocidade. Às vezes faço besteiras, mas nada grave e sem dúvidas, estar em baixa velocidade, me ajuda a ter tempo de pensar e reagir. Na primeira semana, não passei de 50km/h rs, agora vou a 60 - 70 km, como é cidade do interior, acho que isso facilita também, não tem muito pra onde e nem o porque correr.

Outras Dicas Legais:

- Um desses instrutores me deu a dica de tatear o câmbio quando eu não soubesse em qual marcha estava o carro ao invés de olhar pra ele e perder a visão do trânsito. Era difícil pra mim no início, eu queria olhar rs, mas agora já faço sem perceber.

- Quando eu estava decidindo pelo modelo do carro, a vendedora me ofereceu um acessório chamado "retrovisor de banco traseiro", que é um segundo retrovisor, que fica posicionado um pouco antes do que vem como padrão no carro e você posiciona pra ver o bebê no banco de trás e se o bebê fala qualquer coisa, ou qualquer gritinho rs, você não precisa virar o pescoço pra trás pra ver o que está acontecendo... o que poderia provocar um acidente, certo? Sem dúvidas é um recurso muito útil, ótimo custo x benefício, recomendo!

- Pra quem vai dirigir somente com a criança no banco de trás, vale a pena se planejar para levar alguns brinquedinhos para a criança se distrair, mas atenção ao brinquedo escolhido, pois o carro estará em movimento, então, mesmo a Maitê já grandinha, não a deixo com eletrônicos que são duros e em caso de freada, pode machucar... e assim vai, precisamos pensar em distraí-los mas com segurança.

Espero ter conseguido encorajar você que precisa dirigir mas está insegura.

Boa sorte! E conte a sua experiência aqui ;)

Bjkas e até o próximo post.

Osay Rodrigues

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Saúde Bucal | Cuidados para Mães&Filhos

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Convidamos a Odontopediatra Dra. Danuza Heluy, da empresa Sempre Odonto, uma das maiores empresas na área Odontológica do Brasil, para tirar algumas dúvidas sobre cuidados com a saúde bucal das gravidinhas e dos pequenos e fomos prontamente atendidos.

Imagem cedida pela Empresa Sempre Odonto



Copa do Mundo 2014 | Sim, eu vou torcer pelo Brasil!

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Recebi algumas mensagens pela Fanpage, perguntando se eu era a favor ou contra a Copa 2014, mensagens de mães, que diante de tantas opiniões e tantos questionamentos, afinal, ninguém sabe tudo, ficam em dúvida de como agir principalmente com os seus filhos pequenos. E aí, vamos ou não vamos curtir a Copa?

Imagem: Getty Images | Arte: Osay Rodrigues
Aqui em casa, SIM, eu vou curtir o que eu puder da Copa e vou torcer pelo Brasil com a minha família.



Chupeta, a hora da Despedida

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Essa semana, pra quem acompanha a nossa Fanpage, sabe que tirei a chupeta da Maitê.

Algumas mamães me alertaram que podia ter uma choradeira sem fim e outras me acalmaram dizendo que poderia ser mais fácil do que eu imaginava, enfim, estou aqui pra contar e compartilhar as dicas que mais nos ajudaram neste momento rs.

Imagem: Arquivo pessoal


Quando eu optei por dar a chupeta pra Maitê, eu já sabia que precisava tirar no tempo certo, porque eu, que tive chupeta até os cinco anos, tive problemas na arcada dentária e ainda hoje uso aparelho pra corrigir. Além da aparência da mordida aberta que me incomodava esteticamente, ainda tinham os problemas com a mastigação e fala, ou seja, eu não queria que a minha filha passasse por isso e sem necessidade...
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