Vencemos a Artrite Idiopática Juvenil

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Vencemos a Artrite Idiopática Infantil


Há muito tempo não escrevo para o Blog, muitas coisas aconteceram no último ano e o projeto ficou um pouco de lado e hoje vou contar um pouco um dos motivos do meu afastamento.



No ano passado, no início de abril, a Maitê, que estava com 3 anos e 3 meses, começou a reclamar de incômodo nos joelhos, algo que ela não sabia direito explicar... A maioria aqui sabe o quanto ela sempre foi levada, e por isso, no início, eu achava que era excesso de atividade, que era dor do crescimento, mas depois de alguns dias ela reclamando, notei que ela estava realmente mais quieta, ficou alguns dias querendo ficar dentro de casa vendo TV, ao invés de correr pelo condomínio de bicicleta, patinete e pique com os amigos, mas achei que podia estar ficando gripada, pois ela me parecia um pouco indisposta... só...

Depois de mais uns dias ela começou a reclamar de cansaço, e voltou a pedir colo e foi quando percebi que ela estava com dificuldade de subir as escadas, acho que no total, fiquei quase uma semana para enxergar que realmente ela estava com algum problema de saúde. Nessa idade é complicado para a gente compreender exatamente tudo o que a criança está sentindo, elas ainda não sabem se expressar completamente. Precisamos mesmo estar sempre atentos e observando.

Foi então que levamos a pediatra e depois ao ortopedista que fez raio x e não viu nada de errado, mas percebeu um leve inchaço em um dos joelhos. Passou remédio e pensamos que podia ter sido consequência de alguma queda e que iria passar logo. Ela melhorou com o medicamento, mas voltou a sentir tudo de novo depois que encerramos.

Fomos a outro ortopedista, bem indicado desta vez, que já na primeira consulta percebeu alteração da temperatura nos joelhos, perda parcial dos movimentos, leve inchaço nos joelhos. A medicou, a observou por uma semana e nos encaminhou para uma reumatologista, pois quando tiramos os remédios, as dores voltaram também, e dessa vez, mais fortes.

Dessa vez, ela já não queria mais andar, só queria colo e não queria mais ir para a escola que tanto amava. Disse que não conseguia sentar na rodinha, não conseguia fazer perna de índio. Foram dias difíceis. Sei que existem problemas maiores, doenças mais graves, mas qualquer coisa que acontece com os nossos filhos, dói demais!
Foi um mês indo aos médicos (pediatras, ortopedistas, reumatologista e oftalmologista) e fazendo ultrassonografia dos joelhos, exames de sangue, exame oftalmológico, acompanhando tudo de perto.

Depois de todas as análises, a reumatologista definiu o medicamento e a diagnosticou com artrite idiopática juvenil, uma doença autoimune, que trocando em miúdos é uma dor nas juntas provocada por uma inflamação que a ciência ainda não descobriu o porquê que ela acontece, de onde veio e nem pra onde vai e que o corpo, teoricamente, não sabe como reagir.

A médica nos falou sobre a doença, sobre os efeitos colaterais possíveis do remédio “pesado” que ela teria que tomar no mínimo por um ano, e por isso a importância de acompanharmos de perto o corpinho dela, principalmente através dos exames de sangue e oftalmológico.

Segundo ainda a reumatologista, a artrite não tem garantia de cura, que algumas pessoas se curam com 1 ano, outras com 2 anos e outras administram a doença a vida toda.
No meio disso tudo, fiquei um trapo, sofria muito, chorava noite e dia, engordei horrores até que um dia a minha filha me disse que eu estava com cara de triste, que ela não queria me ver assim. Percebi ali que eu precisava mudar a minha postura diante daquela situação.

Alguns dias tomando os remédios, ela reagiu muito bem, graças a Deus! A dor foi cessando, mas olhar a perninha dela visivelmente atrofiada doía demais meu coração, mas seguimos em frente.

Em primeiro lugar, acredito muito em Deus, acredito que Ele tem o poder de nos curar se for da vontade Dele, e em segundo, segui a risca toda a orientação médica e em terceiro, pesquisei todo o material científico disponível pela internet, em português e em inglês que abordasse o tema e meu coração se encheu de esperança.

Li muito! E de tudo o que li, cheguei à conclusão que deveria buscar mais um especialista para nos ajudar, que uma alimentação específica para ela poderia ser uma grande aliada. 

Vi alguns estudos em que classificavam alguns alimentos como inflamatórios, outros como anti-inflamatórios e outros que ajudam a melhorar a imunidade. Procurei uma nutricionista de confiança e que também acredita no poder dos alimentos.

Incluímos na nossa alimentação: gengibre, açafrão, peixes de alta profundidade (3 a 4x por semana), nozes, castanhas, inhame, mamão, abacate, linhaça, chia, quinoa, brócolis, espinafre, cogumelos, repolho roxo, mirtilo (os olhos da cara o preço, mas de vez em quando compro), manjericão, salsa, salsão, alimentos com vitamida C entre outros e tentamos reduzir ao máximo possível os alimentos inflamatórios, os principais: gordura e açúcar, então o leite passou a ser desnatado, carne reduzimos para uma vez por semana, no máximo duas. Substituímos o óleo e a manteiga por azeite e óleo de coco, sempre usando o mínimo possível e doce ela já não consumia muito mesmo.

E fui testando um a um, não fui usando todos de uma só vez. Pude perceber o quanto a Maitê melhorou em tudo que está ligado a algum tipo de inflamação depois que inserimos o açafrão. Ela que sempre ficava gripada melhorou 80% e eu também! O abacate, teoricamente para ela era o melhor alimento mas ela não aceitou de jeito algum, fiz umas 10 receitas e tive que comer tudo sozinha rs.

Além da alimentação, um outro estudo que me chamou muito a atenção foi relacionado à vitamina D, então, passei a brincar com ela sempre que possível, os 10 min. recomendados só de short e blusa sem manga e sem filtro ao sol.

Outra linha de pesquisa defende a importância de exercícios regulares para lubrificação dos ossos e ela que já fazia natação desde os 2 anos, passou a fazer 3x por semana para intensificar um pouco mais a movimentação das pernas, de forma divertida, prazerosa e sem impacto que ajudou também ela recuperar a musculatura perdida.

E por fim, o maior puxão de orelha de todos, desacelerei. Alguns estudos apontam que a artrite em crianças pode estar ligada ao estresse. E eu trabalho home Office desde que ela nasceu, mas depois que ela foi para a escola, realmente peguei uma carga de trabalho que comprometia meu tempo com ela, e sem dúvidas, ela sentiu isso também. O famoso tempo de qualidade com ela já não acontecia da mesma forma.

O meu marido desacelerou também, nos condicionamos a uma outra rotina, que priorizasse a família, a brincadeira e nos policiamos para não falarmos de trabalho e problemas perto dela.

Depois de um ano, a ótima notícia. Para honra e glória de Deus, primeiramente, ela está curada.

Ela parou de tomar os remédios em abril de 2016 e todos os exames constam normais, ela está sem dor e a perna atrofiada totalmente recuperada. Claro, continuo fazendo os exames regularmente para acompanhamento e mantenho os hábitos saudáveis para o corpo e mente.

Sou grata também aos médicos que cuidaram com tanto carinho e profissionalismo da gente. Cada um teve uma participação muito importante nessa conquista.

Espero que a nossa experiência possa ajudar alguém também a viver melhor e quem sabe, também alcançar a cura.

Qualquer dúvida, estamos à disposição para falarmos mais sobre o tema deste post.

Abraço forte!
Osay Rodrigues

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Aprender um novo idioma pode ser divertido!

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Quem acompanha aqui o Blog, sabe que a Maitê só começou a ir pra escola com dois anos e meio (e já saiu, mas isso é assunto pra outro post rs) e eu ficava tentando arrumar atividades alternativas para que ela tivesse contato com outras crianças, pois sempre acreditei que isso é fundamental para um bom desenvolvimento em todos os sentidos.

Foi assim, procurando atividades destinadas a crianças pequenas que descobri o curso de musicalização para bebês, lembram?


No mês passado, fui convidada pela Equipe da Agência Master Mídia para participar de um piquenique organizado pela Learning Fun, escola de inglês para crianças, para conhecer a metodologia e participar de uma aula experimental com a Maitê (2 anos e 10 meses).

O lugar escolhido para o piquenique foi o Museu do Açude no Alto da Boa Vista, um lugar lindo, com muito espaço para a criançada e uma mesa para lanche deliciosa (foto 1).

A Maitê era a menorzinha do grupo e achei que aquela aula experimental não ia dar certo rs. As crianças maiores queriam correr e brincar na área verde e, quando eu me dei conta, a equipe da Learning Fun já tinha montado uma roda, reunido todas as crianças e elas estavam quietinhas, super interessadas no que a teacher estava falando (foto 2).


Curtindo o espaço antes da aula

Atividades diferenciadas por faixa etária.

Nas aulas de música da Maitê, ela ouve e canta músicas em outros idiomas, então, não fiquei tão surpresa por ela ter prestado tanta atenção mesmo ouvindo orientações em outro idioma, mas percebi que esse foi um ponto destacado por outras mães. Os bebês e as crianças prestam muita atenção nas nossas expressões faciais, corporais, no tom de voz e não somente no que a gente propriamente diz.

Ali, pude observar que a metodologia adotada nesta escola respeita o tempo de brincar da criança. Isso pra mim é fundamental!

Tive o privilégio de conhecer de perto a Teresa Catta-Preta, criadora do método Learning Fun, é exatamente o tipo de pessoa que admiro, que consegue criar um negócio rentável e fazer o bem ao próximo ao mesmo tempo. Explicou a metodologia, tirou todas as dúvidas das mamães que lá estavam com argumentos científicos, apresentou os materiais didáticos escolhidos, sempre pensando na segurança e no interesse dos pequenos (foto 3). 


Teresa Catta-Preta

Enquanto a criançada estava ali em segurança, brincando e aprendendo, pude aproveitar esse tempinho pra conhecer um pouco mais as mamães e blogueiras, Paula Santana, redatora do Blog Crônicas de Mamita) e a Chris Ferreira, radotora do Blog Inventando com a Mamãe (foto 4). 

Depois da aula, a minha Maitê rs, pediu pra tirar uma foto com a "teacher" Maitê. Ainda há alguma dúvida de que ela AMOU a aula?


E, depois de quase 1 mês da aula, dei para a Maitê uma gatinha de brinquedo. Perguntei pra ela qual seria o nome da gatinha, e sem pensar duas vezes ela respondeu: "Pink!". Fiquei surpresa e perguntei o porquê do nome, e ela disse: "Ela é rosa, mamãe!".

É isso aí, ela aprendeu mesmo e aprendeu brincando!

Uma pena que não tem uma unidade perto da minha casa, sinceramente acho que a franquia desta escola pode ser uma ótima oportunidade de montar o próprio negócio, principalmente para profissionais que já atuam na área educacional.

Bjus e até o próximo post!

** Este post não é um publieditorial **

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Mamãe na Direção

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É engraçado como a gente vai tendo contato com outras mães e vai percebendo quantas coisas temos em comum, não é?

Imagem Thinkstock

Eu tirei carteira em 2008, nesta época eu estava com 27 anos, adorando a ideia de ter o meu carro e dirigir, mas no meio do curso, fui transferida para a matriz da empresa em que eu trabalhava e pelo custo x benefício, trajeto Rio x Niterói rs, achei melhor ir trabalhar de barca e o sonho do carro ficou de lado e a minha carteira linda sem pontos guardada.

Agora, morando no interior de Niterói e com uma filha de dois anos e meio indo para a escola, passando vários apertos com chuva,  atrasos (e às vezes até falta) de táxis na região, decidi que era hora de comprar um carro.

Porém, depois da decisão tomada, o duro foi acalmar o meu coração pra recomeçar as aulas práticas sabendo que eu carregaria a minha vidinha no banco de trás. Sim, depois de quase 6 anos sem dirigir e sem experiência de trânsito, apesar de ter carteira, comprei mais 10 aulas práticas.

Depois de definido o modelo do carro, tentei encontrar uma auto escola que tivesse o mesmo modelo ou semelhante para treinar. O modelo que eu queria não estava disponível pra início imediato e então, decidi iniciar às aulas em outro modelo da mesma marca (pra não perder a coragem rs) e depois passar para o outro modelo.

O primeiro instrutor era legal, me deu dicas importantes mas o que eu mais precisava, que era a segurança pra dirigir, eu não consegui com ele. A cada erro meu eu ouvia um "CUIDADO! Não é assim, você tem que fazer isso e aquilo, blábláblá!"

Enfim, ao final de 3 aulas, tinha a sensação que teria que fazer mais 300!

Nesta auto escola, cada instrutor trabalha em um modelo de carro, então, chegando a hora de trocar para o carro que eu realmente queria, mudou também o instrutor.

Fui confiante que tudo ia dar certo, pensamento positivo, para conhecer o novo instrutor e dirigir um carro igualzinho ao meu pela primeira vez, mas... outra novela... Desta vez o instrutor queria ser o meu psicólogo e não deu certo! rs

A cada erro meu, o cara mandava eu parar o carro, respirar fundo, que eu tinha que trabalhar internamente a minha insegurança e eu, que normalmente sou uma pessoa calma, queria do fundo do meu coração mandá-lo calar a boca!

No dia seguinte, pensei 500x se iria ou não fazer a aula até que o telefone tocou e era a auto escola, cancelando a aula por um defeito no carro e me oferecendo um outro modelo e outro instrutor ou aguardar até 10 dias para reiniciar às aulas. 

Nesta altura eu já estava querendo cancelar o curso, mas achei que pior do que estava não podia ficar e aceitei trocar de carro e instrutor.

Terceiro carro, terceiro instrutor, um cara novinho, quinta aula, confesso que pensei: "Isso não vai dar certo! Vou ver outra auto escola."

Começamos a aula, o cara mudo do meu lado por 5 minutos, fiquei com medo rs. Puxei conversa: "E aí, estou indo bem?". Ele sorriu e disse que sim, que eu era calma e que isso já era um ótimo começo! Que queria primeiro ver como eu dirigia.

Depois de uma curva, ele iniciou a conversa dizendo que eu fui muito bem na curva, que eu tive controle do carro, que fiquei todo o tempo dentro da minha pista, mas que se eu quisesse fazer a curva com o carro mais "preso", que um pouco antes da curva eu poderia passar a segunda marcha e que isso era recomendado para curvas mais fechadas também, porque na segunda marcha o carro ganha menos velocidade que na terceira, ou seja, antes de me corrigir, me encorajou, mostrou um ponto positivo... foi o meu primeiro elogio em 5 aulas e como isso foi importante pra mim porque me ajudou no que eu mais precisava, obter confiança em mim mesma pra continuar com um feedback positivo de um profissional.

Seguimos as aulas num clima muito mais tranquilo, no dia seguinte, fui feliz fazer as aulas, sim, aulaS, marquei para fazer 2 horas seguidas e foi ótimo, conseguimos ir mais longe, peguei estrada e 0 susto, tudo tranquilo!

Saí da 7.ª aula com a certeza que estaria apta pra dirigir o meu carro até a última aula. Este instrutor programou as últimas três aulas para irmos aos lugares que eu iria dirigir com mais frequência e essa iniciativa foi super válida, fizemos o trajeto da escola da Maitê e ele logo percebeu que para mim, que estava iniciando, seria melhor entrar uma rua antes da escola, que tem lugar pra estacionar o carro com facilidade e depois voltar pela rua da escola, de frente, sem ter que fazer manobras. Essa rua da escola tem um sinal na principal, que ajuda a voltar para a outra pista que é mão dupla, na direção contrária, sem ter que depender da boa vontade dos demais motoristas dos dois lados da pista.

Depois fomos até a academia, mercado, shopping sempre pensando no melhor trajeto, simulando a minha rotina e até fiz uma ladeira bem ingrime de ré! ADOREI!

Ele me aconselhou também fazer uma aula no meu carro, já que treinei apenas uma vez em um do mesmo modelo, ele foi na minha casa, me ajudou a tirar o meu carro pela primeira vez da garagem, deu dicas para depois eu estacionar facilmente lá e me recomendou dirigir alguns dias sem a minha filha no carro, pra eu pegar confiança.

Todas essas dicas foram muito importantes pra mim, claro que a primeira vez, principalmente, e a primeira semana com a minha filha no carro, pro meu emocional foi bem difícil, uma preocupação grande, mas uma grande superação também. Depois veio o prazer em dirigir e a sensação de liberdade, de poder ir aonde quer com muito mais conforto e tranquilidade.

Estou com o meu carro há 2 meses sem nenhum arranhão e poucos sustos rs, vou na minha, na maioria das vezes ainda pela direita porque prefiro andar com menor velocidade. Às vezes faço besteiras, mas nada grave e sem dúvidas, estar em baixa velocidade, me ajuda a ter tempo de pensar e reagir. Na primeira semana, não passei de 50km/h rs, agora vou a 60 - 70 km, como é cidade do interior, acho que isso facilita também, não tem muito pra onde e nem o porque correr.

Outras Dicas Legais:

- Um desses instrutores me deu a dica de tatear o câmbio quando eu não soubesse em qual marcha estava o carro ao invés de olhar pra ele e perder a visão do trânsito. Era difícil pra mim no início, eu queria olhar rs, mas agora já faço sem perceber.

- Quando eu estava decidindo pelo modelo do carro, a vendedora me ofereceu um acessório chamado "retrovisor de banco traseiro", que é um segundo retrovisor, que fica posicionado um pouco antes do que vem como padrão no carro e você posiciona pra ver o bebê no banco de trás e se o bebê fala qualquer coisa, ou qualquer gritinho rs, você não precisa virar o pescoço pra trás pra ver o que está acontecendo... o que poderia provocar um acidente, certo? Sem dúvidas é um recurso muito útil, ótimo custo x benefício, recomendo!

- Pra quem vai dirigir somente com a criança no banco de trás, vale a pena se planejar para levar alguns brinquedinhos para a criança se distrair, mas atenção ao brinquedo escolhido, pois o carro estará em movimento, então, mesmo a Maitê já grandinha, não a deixo com eletrônicos que são duros e em caso de freada, pode machucar... e assim vai, precisamos pensar em distraí-los mas com segurança.

Espero ter conseguido encorajar você que precisa dirigir mas está insegura.

Boa sorte! E conte a sua experiência aqui ;)

Bjkas e até o próximo post.

Osay Rodrigues

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Saúde Bucal | Cuidados para Mães&Filhos

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Convidamos a Odontopediatra Dra. Danuza Heluy, da empresa Sempre Odonto, uma das maiores empresas na área Odontológica do Brasil, para tirar algumas dúvidas sobre cuidados com a saúde bucal das gravidinhas e dos pequenos e fomos prontamente atendidos.

Imagem cedida pela Empresa Sempre Odonto



Copa do Mundo 2014 | Sim, eu vou torcer pelo Brasil!

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Recebi algumas mensagens pela Fanpage, perguntando se eu era a favor ou contra a Copa 2014, mensagens de mães, que diante de tantas opiniões e tantos questionamentos, afinal, ninguém sabe tudo, ficam em dúvida de como agir principalmente com os seus filhos pequenos. E aí, vamos ou não vamos curtir a Copa?

Imagem: Getty Images | Arte: Osay Rodrigues
Aqui em casa, SIM, eu vou curtir o que eu puder da Copa e vou torcer pelo Brasil com a minha família.


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